06 novembro 2007

o doce das cerejas - Edgar Carneiro





Das cerejas
eu lembro que eram doces
eram rubis de brinco
nas orelhas
e serviam de troca
boca a boca
no entretém guloso dos namoros.
Edgar Carneiro

Amadíssimo Senhor

saudades das cerejas
da brisa do rio na tarde quente
das SUAS mãos mais quentes que o sol do meio-dia
da luz que brotava das nossas peles
e da doçura em todos os gestos...
ah... como queria
nesse instante preciso
estar a subir as escadas
com o coração na boca
e asas nos pés que nem percebem os saltos dos sapatos...

beijos submissos e felizes

SUA maria da luz

2 comentários:

sp disse...

Sensual, sexual e de muito bom gosto!!! Parabéns...

Sir Stephen e SUA maria{SS} disse...

sp

muitíssimo obrigada!
beijos

maria{SS}